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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Houve um tempo...

...em que tudo parecia trevas, em que tudo parecia perdido!





Mas, de repente, você surgiu!
Não sei por qual razão eu me sinto assim...
Assim tão viva ao seu lado!
Sinto que, de alguma forma.
Nossos destinos já estavam cruzados...

O NOSSO MOMENTO CHEGOU!
Estava marcado e chegou de uma forma tão simples...
Chegou como chega a brisa suave ao amanhecer,
Como chega a noite, se impondo sobre o dia,
De mansinho...
Se impondo da maneira mias sutil que poderia chegar!

CHEGOU!

Agora estou certa de que não sairá mais de mim
Está tudo tão certo, sem grandes e mentirosas promessas
Promessas essas que já prefiro não ouvi-las...

Quero que TUDO aconteça exatamente como deve acontecer...

Nosso momento chegou e temos que aproveitá-lo
Da melhor maneira possível...

Mesmo que acabe como a brisa....
Mesmo que se expire como a noite

Se acabar como a brisa...deixou marcas em meu rosto
Se expirar como a noite
Deixou a beleza e a certeza de voltar em algum momento!


Andrieda C. Guimarães

domingo, 26 de setembro de 2010

E ela não sabia mais o que fazia...

...sabia exatamente o que queria, mas seus sonhos, ah! seus sonhos, esses pareciam tão distantes dela que raramente ela os reconhecia...e esquecia que sonhava...








Quando sonhava tudo parecia tão confuso enquanto mais se confundia mais tinha certeza de que já não sabia sonhar.


A vida se encarregou de fazer daquela menina poeta uma prisioneira das palavras, uma prisioneira da realidade, realidade essa que já se tornara tão monótona que já não era possível conjulgar qualquer verbo que parecesse belo, qualquer verbo que a fizesse voltar...


VOLTAR! Sim...esse era o verbo que ela mais ouvia e cada vez que ouvia seu coração chorava... Voltar ao começo sem começar de novo, voltar para o caminho pelo qual não se quer seguir, voltar a colocar os pés no chão quando nem ao menos se tentou voar, voltar onde tudo era quimérico e chorar...


Ela sabia, ela tinha consciência para onde deveria seguir ...seus pés queriam correr na direção apontada pelo coração, mas a razão os barrava, os tornava imóveis, os impedia de seguir...


No momento que ela reconhecia um sonho, ela se sentia viva e, de uma maneira simples, de uma maneira infinda, ela retornava ao passado no qual acreditava num futuro perfeito, mas quando essa aura de magia se extendia até aquele momento, o aldaz presente a trazia de volta à realidade...


E ela novamente se perdia...






Andrieda Corrêa Guimarães






E quando apenas tenho palavras...

...o que me resta é escrever para aliviar toda a angústia, desespero e serenidade que trago em minha alma!



Foi justamente pensando na calmaria que as palavras trazem ao meu espírito, na sua constante busca pela evolução, que resolvi fazer esse blog.
Pode ser que esse seja mais um dos milhares que eu já comecei e abandonei pelo caminho, como tantas outras coisas e que abandonei ou que me abandonaram pelo caminho...

Sim...falar de sonhos que se foram, de sonhos que vieram, de pessoas que se foram antes da hora, de pessoas que chegaram na hora errada, de coisas que aconteceram que mudaram minha vida para sempre!

E como já era de se esperar, usarei as PALAVRAS e a MÚSICA para me expressar aqui...

Assim vocês poderão ver um pouco da Andrieda... pessoa essa que a maioria das pessoas dizem conhecer, mas que ainda não chegaram à sua página 25...





"Sou um ato difícil de encenar, porém muito mais complexo de compreender" Andrieda C. Guimarães